sexta-feira, 16 de agosto de 2013

TOMA POSSE
Nova diretoria da Associação
dos Magistrados no Amazonas


Juiz aposentado Ludimilson Figueiredo de Sá Nogueira assumiu pela terceira vez a presidência da entidade, em solenidade realizada nesta sexta-feira (16) no Fórum Ministro Henoch Reis.

Magistrados do Amazonas participaram nesta sexta-feira (16) da solenidade de posse da nova diretoria da Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon), que ocorreu no auditório do Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus. O juiz aposentado Ludimilson Figueiredo de Sá Nogueira assumiu pela terceira vez a presidência da entidade e assinou o termo de posse, assim como outros 22 integrantes que irão ficar à frente da Amazon no biênio 2013-2015. A chapa única foi aclamada em eleição realizada em 5 de julho.

Após a assinatura, Ludimilson passou a compor a mesa, junto com o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Ari Jorge Moutinho da Costa; o ex-presidente da Amazon, desembargador Aristóteles Lima Thury, que agora passa ao cargo de vice-presidente da entidade; o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE/AM) desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes; o procurador geral de Justiça, Francisco Cruz; o presidente em exercício da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amazonas (OAB/AM), Marco Aurélio Choy; a presidente da Associação Brasileira de Mulheres na Carreira Jurídica, Liana Mendonça; e o representante da Prefeitura de Manaus, Lourenço Braga.

O desembargador Ari Moutinho disse que a Amazon representa os legítimos interesses dos magistrados do Amazonas e “é o braço político” de apoio ao Tribunal de Justiça do Amazonas. “Na qualidade de presidente, tenho usado de toda a sensibilidade e feito os melhores esforços para sempre poder atender as justas reivindicações dos magistrados. Nem sempre é possível, devido à dotação orçamentária”, declarou.

O presidente do TJAM falou ainda que a associação é uma entidade de classe atuante, com aproximadamente 50 anos, que já teve grandes lideranças e agora, com o presidente Ludimilson, “é mais uma esperança para somar esforços e ter atendidas as reivindicações pelo Poder Judiciário amazonense”.

Experiente no cargo, o presidente da Amazon explicou que os desafios da Amazon são os mesmos da magistratura nacional: “Considerando que hoje o Poder Judiciário é uno, indivisível, soberano, o que se reivindica nos Estados centrais do Brasil também se reivindica no Norte e no Sul”.

Das lutas, Ludimilson Nogueira destacou a restauração do adicional por tempo de serviço, a redução do percentual de entrância de 10% para 5%, o que significa um aumento na remuneração, e a autonomia do Poder Judiciário, “que tem sido de certa forma hostilizado e só com a união de todos é que podemos superar as expectativas que temos pela frente”, segundo ele.

Já o desembargador Aristóteles Thury avaliou que sua gestão foi vitoriosa, pois conseguiu resgatar o pagamento da Parcela Autônoma de Equivalência (PAE). “Esse foi o trabalho maior, porque era uma verba que tínhamos a receber desde 2004 e passamos a recebê-la quando iniciei um trabalho para que resgatássemos esta parcela. E hoje está sendo paga”.

Além disto, duas ações de inconstitucionalidade foram apresentadas pela AMB durante a gestão de Thury e estão tramitando em Tribunal Superior (sobre previdência e residência dos magistrados) e foram feitas outras reivindicações de juízes junto ao Tribunal de Justiça. “As realizações foram muitas e ainda temos muito a fazer”, concluiu.


Patricia Ruon Stachon | TJAM
Fotos: Mário Oliveira

Fonte: site TJAM

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